Nossos artigos

Patriarcado e sexualidade: uma análise sobre a mulher presente no webcomincs “Garota Siririca”

Autora: Lívia Pereira da Costa

Resumo: A proposta deste trabalho é refletir sobre a abordagem de temas subversivos online, mais especificamente sobre webcomics, bem como gerar uma análise de conteúdos publicados nesse formato referentes ao feminismo e suas lutas. Para realizar esse trabalho, foi tomado como objeto de análise três webcomics da “Garota Siririca”, título produzido pela autora, Gabriela Masson, que através da linguagem das histórias em quadrinho, apresenta personagens que questionam o patriarcado e divulgam a ideologia feminista na concisão desse estilo textual. No desenvolvimento deste artigo foram usados teóricos e teóricas que pensaram as características da sociedade patriarcal e suas consequências na vivência cotidiana da mulher. A análise da webcomics revela o comportamento machista que impera na sociedade, expondo de forma crua como essa violência é remanejada para coibir e inibir a mulher e sua individualidade. São textos que transfiguram a linguagem não verbal fazendo com que os leitores reflitam o porquê de as mulheres continuarem, em pleno século XXI numa posição de subalternidade.

Clique aqui e leia o artigo completo.

 

Chega de Fiu Fiu e #MeuPrimeiroAssédio: o espaço da rua ampliado à ondas virtuais

Autora: Ana Daniella Fechine Leite

Resumo: O presente artigo tem por finalidade fazer um estudo de caso das campanhas Chega de Fiu Fiu e Meu Primeiro Assédio, criadas pelo site de ativismo feminista Think Olga. As propostas têm como base os assédios sexuais sofridos por mulheres nas ruas, nos ambientes de trabalho, nas universidades, ou em qualquer outro lugar em que a violação do corpo e do direito tenha acontecido. As campanhas do Olga só são possíveis devido à transformação da sociedade a partir da cibercultura, fincando-se agora como uma sociedade em rede pautada e conduzida no espaço cibernético. Chega de Fiu Fiu e Meu Primeiro Assédio são um acesso da cibermilitância, estabelecendo conexão direta entre o movimento feminista e o ciberespaço.

Clique aqui e leia o artigo completo.

 

Dilma, a rainha louca: um estudo sobre gaslighting na revista IstoÉ

Autores: Ana Daniella Fechine Leite e  Hedilberto Pessoa Berto Júnior

Resumo: O artigo analisa a representação de Dilma Rousseff na revista IstoÉ de 1º de abril de 2016. Baseado nos estudos semióticos que dizem que textos e imagens transmitem mensagens para além do discurso verbal que se propõe, ou seja, transmitem afetos além de informação, podemos dizer que, a forma como se constrói uma capa também é um meio de se construir uma imagem sobre a pessoa representada. No caso do objeto aqui analisado, foram constatados diversos artifícios que tiveram como objetivo criar a imagem de desequilíbrio emocional sobre a presidenta do país, tática conhecida como gaslighting, quando se distorce informações para deslegitimar a imagem feminina, colocando-a dentro de uma forma histérica de ser.

Clique aqui e leia o artigo completo.

 

Uma morte sem luto: machismo e misoginia nos comentários sobre a morte da funkeira Amanda Bueno

Autores: Gabriela da Silva Figueirôa e Hedilberto Pessoa Berto Júnior

Resumo: O artigo analisa a representação de Dilma Rousseff na revista IstoÉ de 1º de abril de 2016. Baseado nos estudos semióticos que dizem que textos e imagens transmitem mensagens para além do discurso verbal que se propõe, ou seja, transmitem afetos além de informação, podemos dizer que, a forma como se constrói uma capa também é um meio de se construir uma imagem sobre a pessoa representada. No caso do objeto aqui analisado, foram constatados diversos artifícios que tiveram como objetivo criar a imagem de desequilíbrio emocional sobre a presidenta do país, tática conhecida como gaslighting, quando se distorce informações para deslegitimar a imagem feminina, colocando-a dentro de uma forma histérica de ser.

Clique aqui e leia o artigo completo.

 

Sociedade em rede: ciberfeminismo na página “Eu tinha um professor que..”

Autora: Jade Vilar de Azevedo

Resumo: A escola é um ambiente de vigilância e punição. Os corpos das meninas em seu processo de desenvolvimento são sexualizados, assediados e estereotipados pelas figuras que deveriam educar. Através da internet e do ciberfeminismo meninas do mundo inteiro encontraram no meio digital uma forma de denunciar os abusos, dá suporte a outras vítimas e se aproximarem da ideologia feminista. Nesse presente artigo iremos estudar a página do Facebook “Eu tinha um professor que…”, a qual utiliza a comunicação digital para denunciar abusos sofridos no ambiente escolar. A escola é um ambiente de vigilância e punição. Os corpos das meninas em seu processo de desenvolvimento são sexualizados, assediados e estereotipados pelas figuras que deveriam educar. Através da internet e do ciberfeminismo meninas do mundo inteiro encontraram no meio digital uma forma de denunciar os abusos, dá suporte a outras vítimas e se aproximarem da ideologia feminista. Nesse presente artigo iremos estudar a página do Facebook “Eu tinha um professor que…”, a qual utiliza a comunicação digital para denunciar abusos sofridos no ambiente escolar.

Clique aqui e leia o artigo completo.

 

Identidades em TRANS (ito): análise das personagens transexuais e drag queen em campanhas publicitárias

Autoras: Mikaella Karla Pedrosa Vasconcelos e Lívia Pereira da Costa

Resumo: A pós-modernidade é marcada pela desconstrução das identidades fixas, sólidas e imutáveis. Essa mudança reflete em sujeitos descentrados, fluidos e em trânsito nas suas experiências identitárias, tida como dispositivos sociais em permanência mudança, desnaturlizados da sua normatividade biológica e possibilitanto a pluralidade das formas de existência. Com uma introdução teórica sobre a importância dos Estudos Feministas, movimentos LGBTTTQ, Teoria Queer e os Estudos Culturais apresentaremos uma breve análise de três campanhas de produtos cosméticos: as da Avon com a cantora transexual Mel Gonçalves e com a drag queen Pablo Vittar; e a campanha da Makeup Forever com a modelo transexual Andreja Pejic como visibilidades da cultura trans e da representatividade das diferenças no mercado publicitário e social.

Clique aqui e leia o artigo completo.